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Farofa de alho: do tipo família para o tipo exportação

Renata e Atila Faraht, empreendedores de São Paulo e donos da Farofa Santa Rita. Foto: Túlio Vidal/ASN.

Por: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)

Uma receita passada de geração a geração virou uma baita oportunidade de negócio. Em 2016, Renata Farhat Sabbatini e o marido, Átila Sabbatini, resolveram começar a vender a tradicional farofa de alho da família. Nascia a Santa Rita, empresa familiar localizada em São Paulo – que, antes mesmo do CNPJ, já iniciava sua parceria com o Sebrae. “Eu não tinha noção de gestão financeira, muito menos de como precificar os produtos. Fiz algumas consultorias para entender tudo o que eu precisava para iniciar a empresa”, conta.

O negócio começou pequeno com a mãe da Renata preparando a farofa no apartamento da filha, enquanto ela e o marido ensacavam e levavam para vender. Segundo a empresária, os supermercados estavam em busca de alimentos sem glúten e sem lactose e a farofa atendia a essa necessidade. “A nossa farofa não contém glúten, lactose e tem validade de nove meses sem conservante. Nós aproveitamos o boom daquela época”, explica.

O casal começou a preparar a farofa na própria casa e, agora, a Farofa Santa Rita tem 20 funcionários e fabrica de 10 a 12 toneladas por mês.

Rápida expansão

A receita de sucesso logo chamou a atenção dos estabelecimentos. Em três anos, a cozinha da empresa saiu do apartamento para um galpão no Brás. Nesse período, novas receitas foram testadas, como as farofas de cebola, de pimenta dedo de moça, de frutas secas e de limão siciliano. Também foi necessária a contratação de funcionários para ajudar na demanda. Já no início da pandemia, os empresários transferiram a fábrica para um galpão de 900 metros em Louveira, no interior de São Paulo. Além de produzir as farofas para venda própria, a empresa passou a fazer o produto para outras marcas.

Farofa Santa Rita. Foto: Túlio Vidal/ASN.

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